Confira 5 dicas para conquistar sua independência financeira

Saiba agora como conquistar sua independência financeira.

Você provavelmente já pensou em ser independente financeiramente para poder escolher com o que – e se – quer trabalhar.

A independência financeira consiste em ser capaz de manter o padrão de vida desejado sem depender do salário de um emprego permanente. A ideia é ter equilíbrio financeiro e trabalhar por prazer ou livre escolha, não a necessidade de pagar as contas no final do mês.

Essa não é uma meta impossível e com planejamento, acompanhamento e disciplina você pode alcançá-la. Para te ajudar, compilamos neste artigo cinco dicas para você alcançar sua independência financeira.

O que é independência financeira?

Independência financeira é a liberdade de tomar decisões sem se preocupar em trabalhar por dinheiro. Ele pode ser construído a partir da combinação de uma gama de rendimentos derivados de patrimônio – como aluguéis de imóveis e rendimentos de aplicações financeiras – e outros rendimentos garantidos – como aposentadorias, anuidades, previdência privada, dividendos – e suficientes para sustentar o padrão de vivendo para manter o tempo escolhido.

É necessário ter muita riqueza para alcançar a independência financeira?
Uma boa fortuna ajuda a obter uma renda maior. Porém, ao contrário do que muitos pensam, a independência financeira não está diretamente relacionada à riqueza acumulada. Em outras palavras, você não precisa ter muito dinheiro para ser financeiramente independente.

De fato, a independência financeira está intimamente relacionada ao nível de gastos da família e do quanto cada um precisa para ser feliz e viver em paz. Se você vive com pouco e é feliz, não precisa de muita riqueza para alcançar a independência financeira.

Como alcançar a independência financeira?

Listamos cinco dicas para você alcançar sua independência financeira:

1 – Faça um diagnóstico financeiro pessoal

O primeiro passo é fazer um levantamento das receitas e despesas de sua família.

As rendas representam os valores recebidos.

Entretanto, as despesas geradas, são as saídas de recursos usados para conseguir manter o padrão de vida familiar. Em geral, são divididos em dois grupos: rotineiros e ocasionais.

As despesas de rotina são aquelas da vida diária, como alimentação, mensalidades, luz, água, internet, academia, entre outras;

As despesas pontuais, por outro lado, são bem específicas e costumam impactar a família do bolso. Geralmente ocorrem uma ou mais vezes por ano, por exemplo, B. viagens, trocas de carros e reformas. Embora sejam relevantes, geralmente são esquecidos no orçamento.

2 – Levantamento do ativo circulante

Para atingir o objetivo de independência financeira, é necessário um ponto de partida com base no qual se calcula por quanto tempo e quais recursos totais devem ser poupados.

Além de conhecer as receitas e despesas da família, é necessário conhecer a riqueza total acumulada. No entanto, deve-se notar que nem toda a riqueza familiar é usada para atingir os objetivos.

Por exemplo, bens de uso pessoal, como a casa, o carro, a moto, o sítio, a casa de praia, o barco, entre outras coisas, são bens utilizados pela família para as necessidades diárias

Atenção: bens utilizados para as necessidades pessoais do pessoal são considerados ativos, mas não podem ser considerados investimentos. Esse tipo de herança não apenas resulta em não renda, mas também aumenta as despesas e, consequentemente, os custos para o padrão de vida da família.

3 – Adquira o hábito de checar suas finanças pessoais

Em geral, checar suas finanças pessoais não está na lista de prioridades da maioria das pessoas, mas manter esse hábito em dia é importante para evitar surpresas no final do mês.

Para isso, separe seus extratos de cheque e cartão de crédito e comece a acompanhar suas receitas e despesas.

4 – Tenha Objetivos Financeiros Claramente Definidos

Para desenvolver um plano financeiro pessoal, você deve ter objetivos claramente definidos. As metas financeiras representam para onde você quer ir. Eles podem ser divididos em curto, médio e longo prazo.

Metas de Curto Prazo: São metas a serem alcançadas em um período de até um ano ou dois, como: B. reforma da casa ou viagem de férias;

Metas de médio prazo: serão alcançadas em até cinco anos, por exemplo B. MBA no exterior ou faculdade para adolescentes;

Metas de Longo Prazo: São as metas a serem alcançadas em um prazo superior a cinco anos, tais como: B. comprar um imóvel maior, construir uma fortuna para legar aos filhos, entre outras. No entanto, o maior e mais importante objetivo de longo prazo é a independência financeira.

Você deve ter todos os objetivos bem definidos pois até alcançar a independência financeira vários imprevistos acontecem. Se as metas não forem definidas, é provável que você gaste mais do que deveria e se desvie do plano.

5 – Faça o seu dinheiro trabalhar para você

Para alcançar sua independência financeira, não basta apenas traçar metas para o futuro. Você precisa agir e fazer seu dinheiro trabalhar para você.

Para isso, você precisa selecionar investimentos que correspondam ao seu perfil de investidor e ofereçam o retorno esperado. Para alcançar os melhores resultados possíveis, é essencial uma boa gestão de três aspectos: tempo, velocidade e valor.

A disciplina de manter um investimento a longo prazo é essencial, pois dessa forma os juros compostos tendem a lhe dar um melhor retorno do seu dinheiro.

Além disso, quanto maior a capacidade de investimento, ou seja, o valor captado periodicamente, maior o retorno financeiro no futuro.

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